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Imunologia & Saúde

A raiva é das emoções mais difíceis de expressar. E está ligada à perda, perda, perda. Perda de um ente querido, perda de cargo, perda de poder económico, perda de independência, perda de um sonho, perda…

É importante soltá-la. Por palavras que dizem que não deveriam estar na boca de uma menina, por socos e pontapés num saco de boxe, por pratos que apetece atirá-los contra a parede, por um correr com música nas alturas e lágrimas a correr pela cara abaixo ou por uma pintura em riscos ou fora do ético.

É preciso soltar a raiva para o sorriso sincero, genuíno surgir. A gargalhada forte, audível que vem de dentro. O rugir ou o rasgo da alma exprimida. Há sonhos que não seguem adiante.

Há sonhos que estavam lá desde criança e que, de certa forma, se realizaram e duraram o tempo que tinham que durar. Encarar como perda pode custar caro ao sistema imune.

Expressar a emoção adequada ligada a ele e perceber que preferimos uma vida a que ele, em parte, tivesse acontecido a nunca ter acontecido modula o stress emocional e psicológico controlando o aparecimento ou reativação de certas doenças auto-imunes (PNI).

Perda é a retirada de algo. A abertura para o conceito de “já não tenho nada que me prenda”.

Veja-se como nova oportunidade para mudarmos, para fazermos coisas que antes dizíamos “oh, quem me dera” ou “que coragem”.

Formas de viver que antes tinham sido sempre evitadas podem entrar no sistema operativo actualizando-o para uma nova versão. E é isso que, constantemente, o meio, a sociedade tem dificuldade em aceitar a mudança de percepção de vida na pessoa que perde. Porque, de repente, tanta coisa deixa de ter valor. Tanto ego se vai, se dilui.

Libertação da raiva. Por um sistema imune mais activo.

Pinceladas de Psiconeuroimunologia

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